Não se sabe exatamente quando surgiram os primeiros tipos de roupas, mas estima-se que as primeiras formas de vestuário surgiram no período Paleolítico, sendo utilizadas peles de animais para proteção contra o frio ou como demonstração de poder dos caçadores pré-históricos.
A maioria dos registros que se tem sobre o uso de roupas é proveniente das artes antigas, como esculturas e pinturas.
No Egito antigo, poucas pessoas usavam roupas, apenas adultos de famílias de alta classe, pois as roupas eram um indicativo de riqueza.
Nos tempos primordiais, os homens vestiam um tipo de tecido que envolvia o quadril como se fosse uma fralda, ou uma curta saia e as mulheres, um tipo de vestido, atado às costas e que deixava os seios a mostra.
Os persas foram um dos primeiros povos a cortar e ajustar medidas das roupas, em vez de simplesmente vestir pedaços de tecidos.
Historiadores acreditam que os persas vestiam roupas que tinham boas medidas, porque isto proporcionava conforto, bem como facilitava a caça.
Os homens persas vestiam calças que ajustavam-se firmemente às pernas e túnicas e casacos. As mulheres vestiam-se de maneira similar aos homens. Calçados eram parte do vestuário normal.
Este tipo de vestuário depois iria desenvolver-se na Europa Ocidental, substituíndo as túnicas e casacos tradicionais dos gregos e romanos na Idade Média.
Os estilos usados no Império Bizantino dispunham de túnicas bem decoradas, feitas de seda e fiapos de ouro, usando-se pérolas e pedras preciosas como decorações. Tal estilo influenciou a moda da Europa Ocidental na Idade Média.
Com a revolução renascentista surgiram novas tendências como colarinhos no pescoço e vestidos firmemente atados ao busto.
Com a revolução industrial ocorreram as maiores mudanças no setor de confecção e moda, pois com as máquinas podiam ser feitos maior número de roupas com menor custo, passando então, a confecção de roupas, do artesanato para a indústria.
Com a concorrência entre as fábricas têxteis, a moda começou a mudar mais rapidamente.
No século XIX surgiram as calcinhas (1870) e as roupas foram ficando cada vez mais leves e as tendências pomposas foram sendo substituídas por mais sobriedade e conforto.
Mas, durante toda a evolução dos vestuários, bem como em todas as outras coisas, as altas classes tinham tendências diferentes das baixas, além das diferentes diretrizes dadas pelas religiões e culturas de cada povo, diferindo assim, as tendências orientais e ocidentais, puritanas e católicas, por exemplo.
No século XX, com a Primeira Guerra Mundial, que fez com que todo material possível fosse economizado, as saias tornaram-se mais curtas e flexíveis.
Na década de 1930, as saias tornaram-se mais largas, para ficarem mais curtas.
Grandes vestidos foram populares na década de 1920. Nesta década, também foi inventado o sutiã e a camisola.
Na década de 1940, calças ficaram populares entre as mulheres.
Na década de 1950, os jeans passaram a ser cada vez mais usados por adolescentes e a camisa, anteriormente considerada uma roupa interior, estava tornando-se cada vez mais popular entre os homens.
A mini-saia foi criada na década de 1960 e roupas esportivas tornaram-se populares na década de 1980.
Fonte: Prime Cursos
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A moda sai de moda, o estilo jamais.
(Coco Chanel)